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5 Fatos que você precisa saber sobre obesidade e desnutrição

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5 Fatos que você precisa saber sobre obesidade e desnutrição

A obesidade e desnutrição são consideradas doenças nutricionais. Por muito tempo, a desnutrição foi o principal problema alimentar da população brasileira, principalmente por conta da pobreza. Há anos ela deixou de ser a única fonte de preocupação. Estima-se que hoje metade da população adulta está acima do peso no país e até 20% das pessoas sofrem deste mal.

1 – Nem tudo é o que parece

Antes de mais nada, é importante deixar claro que a alimentação tem um papel fundamental no controle da obesidade e da desnutrição, mas isso não significa que ela é a única causa desses problemas. Para especialistas, essas doenças podem apresentar diferentes causas que podem estar associadas a fatores sociais, psicológicos, biológicos e até econômicos. Vale destacar que obesidade e desnutrição não são necessariamente opostas. É possível alguém estar com sobrepeso e mesmo assim apresentar quadro de desnutrição, por causa da falta de micronutrientes ou ausência de proteínas. Além disso, uma pessoa que está acima do peso pode não sofrer de obesidade. Por isso é sempre recomendável buscar orientação médica.

2 – Entenda os riscos da obesidade e desnutrição

A obesidade está associada ao acúmulo de gordura corporal e é considerada hoje uma doença crônica. O maior risco para obesos é que esse problema é capaz de agravar outras doenças, como diabetes e hipertensão. Inclusive, pessoas obesas ficam mais expostas aos riscos da forma grave da Covid-19 porque ela acentua os problemas dessas outras doenças crônicas e pode provocar disfunções respiratórias que diminuem a capacidade pulmonar.

No caso da desnutrição, ela é causada pela má absorção ou uma ingestão deficiente de nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do nosso corpo. Em crianças, idosos e mulheres grávidas ela tende a ser mais perigosa. A desnutrição pode levar a outras doenças como anemia e hipotireoidismo. Em casos mais graves pode até reduzir a proteção do sistema imunológico e abrir caminhos para outros males.

3 – A prevenção já começa na barriga da mãe

Tanto a desnutrição quanto a obesidade começam a ser evitadas já durante a gestação. Uma mãe que possui uma boa alimentação e uma vida ativa vai beneficiar seu filho até a vida adulta. Não oferecer açúcar para crianças até dois anos também ajuda a evitar os riscos futuros de obesidade. E claro, o aleitamento materno também é essencial para prevenir esses distúrbios.Você pode conferir algumas dicas sobre este tema em outro artigo da Poupafarma.

4 – A importância da alimentação adequada

A alimentação é o ponto mais importante para evitar a obesidade e a desnutrição. Procure sempre montar seu prato com muitas cores. Uma alimentação variada com verduras, frutas e legumes é um passo gigante para se proteger. E lembre-se, comer bem não significa comida sem gosto, nem comer pouco. O segredo é evitar produtos industrializados e fast-food. Biscoitos recheados, miojo, sucos e outros alimentos de caixinha devem dar lugar à comida natural, que pode ser comprada em feiras e quitandas. Cuidado também com dietas. Para fugir da obesidade você não precisa correr o risco da desnutrição. Então, se o seu objetivo é perder peso, não se esqueça de priorizar a qualidade do seu cardápio e procurar um especialista para combinar suas refeições com as necessidades nutricionais que você possui.

5 – O segredo é o movimento

Há muito tempo, o físico Albert Einstein deu a seguinte dica: viver é como andar de bicicleta. É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio. Ou seja, para fugir da obesidade, a atividade física é fundamental. Então, procure determinar em sua rotina um tempo para fazer uma caminhada, correr ou pedalar. Pequenas ações no dia a dia também fazem a diferença. Trocar o elevador pela escada ou parar o carro mais longe da entrada do shopping são algumas ideias para se movimentar mais e colaborar para a prevenção da obesidade.