Repelentes de Insetos - Saiba as diferenças e qual o melhor para você.

Tipos de Repelentes de Insetos

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Tipos de Repelentes de Insetos

Tipos de Repelentes de Insetos

Com o aumento da temperatura e a proximidade do verão, volta a preocupação com a ameaça da Dengue, e também a procura por repelentes de insetos.

Os repelentes fazem com que os insetos, principalmente os mosquitos, não nos encontrem. Para isso, os repelentes têm substâncias que entopem os microscópicos poros das antenas dos mosquitos quando eles se aproximam de nós. Eles usam as antenas para cheirar as coisas e saber onde elas estão e como nós respiramos e transpiramos o tempo todo, não paramos de soltar cheiros que atraem os insetos. Com o repelente, parte desse mecanismo das antenas fica fora de ação, deixando o bicho sem saber onde picar. Tudo isso parece bem simples, mas a eficiência dos repelentes ainda enfrenta alguns problemas. Primeiro: o corpo solta 340 substâncias químicas e ninguém tem certeza sobre quais atraem os insetos. Segundo: há 2.500 espécies de mosquitos e não há repelente que consiga atrapalhar as antenas de todos. Por isso não existe um produto totalmente eficaz. Mas existem substâncias que afastam os insetos mais comuns.

mosquito

Mas com tantas marcas disponíveis no mercado, como escolher o melhor e mais indicado para o seu problema?

Há três principais tipos de repelentes de insetos no Brasil. Aqueles à base de Icaridina, DEET e IR3535. Todos, se mal usados, podem provocar efeitos tóxicos. Por este motivo, é importante verificar se o repelente é aprovado pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Depois, é necessário atentar para a faixa etária de quem vai usar, já que é perigoso não passar repelentes específicos nas crianças.

Para que o repelente seja eficaz, é necessário aplicar uma boa quantidade nas áreas expostas. Mas lembre-se sempre de ler o modo de usar que constam na embalagem.

Conheça a eficácia dos três tipos de repelentes:

Icaridina

O mais potente repelente disponível no Brasil é aquele à base de Icaridina. Por ter necessidade de menos reaplicações (dura até 12h), esse repelente é considerado o melhor. A regra aqui é quanto menos usar, melhor, pois há um risco menor de reação sistêmica, além de reduzir o risco de alergias na pele. Também existem repelentes desse tipo específicos para crianças, que podem ser usados em idades acima de 2 anos.

DEET

É o repelente mais comum, presente na grande maioria das marcas. Os repelentes com DEET duram quatro horas na pele, em média. Segundo dermatologistas, existe a suspeita de que o DEET não seja tão eficiente para repelir o mosquito da dengue, já que eles poderiam se tornar imunes ao princípio ativo. Para outros insetos, como outros tipos de mosquitos e pulgas, o DEET é eficaz. Importante: o tempo de reaplicação do repelente deve ser respeitado, de acordo com as recomendações do fabricante. No entanto, não é permitido aplicar mais do que três vezes ao dia, por aumentar o risco de absorção e de toxicidade.

Há repelentes à base de DEET específicos para crianças, com concentração menor do princípio ativo – cerca de 6% a 9%. O motivo é que as crianças têm uma pele mais permeável, que permite uma absorção maior – e mais nociva – das substâncias tóxicas. Respeitar o rótulo e só aplicar repelentes destinados à idade das crianças é o que protegerá os pequenos. Para os adultos, a concentração gira em torno dos 14%.

Repelentes de Insetos à base de IR 3535

O repelente à base de IR 3535 é indicado para bebês acima de seis meses. Todos os outros repelentes só podem ser usados depois de dois anos de idade por causa da toxicidade. Por ser uma substância com menos risco de alergias e intoxicação, o IR 3535 é indicado para tão pouca idade. O ideal é, abaixo de dois anos, usar apenas mosquiteiros.

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Fonte: SaudeIG

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